Marco, sobre o seu comentário (q não saiu no blog. Li no e-mail. O Haloscan está dando problemas) se a série é ficção ou não, posso garantir q é puramente ficção, criação da minha cabeça. Não vivi nada daquilo, exceto conviver com alemães na infância, ter estudado alemão (minha mãe é filha de alemão, veja meu segundo nome Jünger e perto da minha cidade existir um lugarejo dos colonos chamado Colônia Germânica. Só isso). Talvez a mãe do Peralta seja inspirada na minha, q tem aquelas qualidades. Me parece que estão (quase todos) pensando q aquilo aconteceu comigo. Ah quem dera! Eu teria milhões de vidas, se cada uma q crio no blog fosse minha... rs. Acho q a explicação se deve ao fato de eu procurar dar muita veracidade aos personagens e aos locais das ações. Qdo estou criando, entro no “cenário” e caminho lado a lado com cada um personagem. Um blogueiro português disse num comentário q escrevo com a alma. Quem sabe é isso? No mais, já q vc também ficou na dúvida, não deixe de ler os próximos capítulos. Tem muita ação, principalmente MASCARADO PACO-PACO (cap. 7 ou 8, vou decidir ainda pq não altera a cronologia) e muita ação em A DESTRUIÇÃO, cap. 11. Chega de blá-blá-blá... rsNo mais, desculpe ter levantado aquela bobagem do preconceito. Se eu tivesse parado pra pensar, iria chegar à mesma conclusão.. Como pode uma criança ter preconceito?Obrigado pelo prestígio. Sabe que qdo vejo o seu nome no meu blog, Marco (com maiúscula mesmo) um ponto?Abraços.
Muito bom meu amor, adorei!Beijo,Syl
Concordo com você sobre os novos conceitos de "globalização" e o gosto duvidoso dos jovens.Belezura de postagem amigopratodavida.Sobre o seu um metro e 47 centímetros de mãe, achei fantástica sua homenagem,imagino sua meiguice e quanta história tem pra contar com ternura que nunca será antiga.Parabéns para todas as mamães!!!lindo diabeijossssssssssss
Amigo Marco!É sempre bom reencontrar as suas letras que me agradam tanto, em especial este último texto: ótimo! Compartilho da sua admiração pelo fabuloso e brasileiríssimo escritor Ariano Suassuna, de quem recordo estes versos:"Aqui morava um rei quando eu meninoVestia ouro e castanho no gibão, Pedra da Sorte sobre meu Destino, Pulsava junto ao meu, seu coração.Para mim, o seu cantar era Divino, Quando ao som da viola e do bordão, Cantava com voz rouca, o Desatino, O Sangue, o riso e as mortes do Sertão."Bonita a homenagem à sua mamãe, beijos especiais para ela! (a minha já está em outro plano há anos, mas sinto a sua presença ao meu lado, principalmente nas horas mais aflitas.)Ótimo final de semana procê e um grande beijo desta amiga sumida!Giulia
Marco,Admiro Ariano e, pela tevê, já assisti palestras dele. É o anti-conferencista por excelência. Ninguém fica entediado com as palestras do paraibano/pernambucano. E como seu carregado sotaque nordestino tornam as suas palestras mais ainda divertidas. Além , é claro, de valiosas. Um grande abraço e um excelente fim de semana.
Admiro pra caramba o Ariano Suassuna... ano passado ele veio a Londrina proferir a mesma palestra durante o Festival Nordestino, mas eu marquei bobeira e fiquei sem convite...Uma pena.Só agora que você falou percebi que o verbo "checar" vem do inglês check. Sinceramente não fazia ideia. Não vejo um grande problema em usar algumas palavras estrangeiras, o pior é despresar a nossa cultura da forma descarada como vemos fazendo. Quanto mais leio os autores de fora do Brasil, mais gosto dos brasileiros (mesmo gostando dos de fora). Quanto mais ouço música de fora, mais apta fico a ouvir (e ouço) e a perceber a riqueza cultural daqui. Adorei o post!!!Um grande abraçoMarcela... hahahahahahah butano ahahahahahahhahahaha botando ahahahahahahahahahahahahhaahha
Olá Marco!Que inveja, eu gostaria muito de ir a uma palestra destas. Você tem toda razão, ele tem toda razão em criticar a forma como estamos tratando nossa língua que também é mãe. Legal você relacionar o patriotismo com este dia. Quanto a americanização, os próprios dicionários já estão incorporando-os. Eu gosto de alguns e não sei ficar sem eles, como blog, template, deletar, linkar. Concordo com você, mas não sei falar de outro jeito, já estou colonizada pelo visto.Quanto à sua mãe, ela deve ser uma pessoa incrível. Ela é falante como eu. Mas você não está errado, acho que está certíssimo em se resguardar e só confiar seus segredos e assuntos íntimos às pessoas que ama verdadeiramente. Mas é o jeito dela e aposto que todos gostam dela, não é?Um feliz dia das mães para ela e para as mães de sua família!
Ainda bem que não vou ficar com inveja: sábado fui assistir ao lançamento do maravilhoso "Senhor do Castelo", documentário de Marcos Vilar sobre meu conterrâneo Ariano Suassuna. Quem veio ver de perto? Ele, o próprio Ariano que nos deliciou com suas tiradas maravilhosas. :) Ótima semana, querido!
Oi, Marco: fiz um longo comentário falando do Ariano (que acho excelente tb) e de nossa aculturação, mas a página não foi exibida. Uma pena, porém detesto todas essas importações de nossa língua.Um abraço...
Marco:Acho o Ariano um gênio, e do bem. Quanto à cultura, em si, o que estamos vendo e vivendo é a pasteurização de tudo, para ficar igual aos Estados Unidos. Nada de diversidade, nada de coisas diferentes. E com isso, como assinalou, perdemos a nossa diversidade, a nossa riqueza cultural.Precisamos, sem dúvida, de mais Arianos Suassunas no Brasil.
Vc não deixa de ter razão,MARCO. Mas a globalização só acentuou algo que já de muito vinha ocorrendo. É um fenômeno mundial ,como vc bem ressaltou. Se até em Portugal as coisas já estão assim,que dirá aqui,da ex-colônia.Mas creio que logo haverá uma estabilizada.Abração e uma semana linda a vc.
É verdade, precisamos criar um movimento de resistência à americanização desenfreada que está acontecendo no mundo todo. Ótima homenagem ao dia das Mães. Um grande abraço!
Meu caro: seu texto é bastante oportuno. Eu também tenho ,imjass admirações por Ariano e Antônio Nóbrega. Você ACREDITA QUE EM NATAL, INFELIZMENTE, a "americanização", em termos proporcionais, é pior do que no Rio? O maior xópim da cidade chama-se, ridicularmente, Midway Mall. Só o nomeio de "Me dei mal", ou "Midi vai mal". Alikás, de forma coerente, recusei-me a lançar o meu último livro, no início de 2006, exatamente numa grande livraria que fica em suas dependências. A não ser que no convite constasse como endereço: Livraria Tal, no Xópím Me Dei Mal. Não aceitaram a minha proposta, claro. Do mesmo modo, durante um ano, a partir de setembro do ano passado, e isso foi anunciado no Balaio, não estou freqüentando outra grande livraria da cidade, por ter lançado/homenageado um notório torturador da época da ditadura. Por isso entendo a posição de Ariano, embora, em termos artístico-literário-culturais, seja menos radical do que ele. Afinal, o cinema, a literatura, a música e os quadrinhos dos Estados Unidos, em seus melhores momentos, são ótimos. Um abraço.
Ternurinha, meu querido.Aqui finalmente me defendo:eu amo a Lingua Portuguesa e a cultura brasileira, porém, cresci tendo o Inglês como segunda língua. e é uma bela língua também. Certeira, concisa, mas bela: haja visto os sonetos de Shakespeare, ou mesmo as músicas dos The Beatles.Se eu tivesse crescido aprendendo francês, talvez você não estranhasse tanto. Minha relação com o Inglês é essa: uma língua que compreendo! quem dera eu compreendesse (e falasse) todas as línguas do mundo, que pudesse absorver o todo de cada cultura!!!ah, isso me faria um pouco mais feliz!!!(e talvez mais cabeçuda...)Um grande abraço da tua "fan"
Ternurinha, amanhã te mando mail e vc vai entender tudo!beijão...
Querido!! Voltei com um novo blog!!! Depois dá uma passadinha lá! Beijos (Duda - Infinito Particular)
Marco, muito interessante este post. Concordo com muita coisa e principalmente com o exagero de americanização. Entretanto, vc sabe que o inglês é minha língua- mãe e eu tenho uma relação especial com ela. Por outro lado, acho o português uma língua bem mais rica que o inglês. Isto é fato não há o que discutir.Eu sou brasileira de coração e de origem (só não nasci aqui) e por isso valorizo muito nossos talentos, nossos diferenciais. Eu só acho que dá para viver em um ambiente multicultural (não só Brasil e EUA)tranquilamente, respeitando as diferenças culturais, e se alguém gosta de algum costume de um outro povo, por que não? Não acho que seja uma questão de um ser melhor que o outro e sim diferente, só isso.Ah, belíssima homenagem à sua mãe!, Parabéns!bjos
Meu amigo querido. A cidade vai ficando tão sitiada por palavras em inglês que a gente nem percebe mais. Quem mais me chama a atenção para isso é meu caçulinha, que se alfabetizou poucos anos atrás. Ele andava pela rua, todo orgulhoso, lendo tudo o que aparecia pelo caminho. E, volta e meia, deparava com um nome em inglês. O bichinho espumava de raiva. Contei para ele que existia um cara, muito esperto, chamado Ariano Suassuna, que reclamava da mesma coisa. Pena que não pude levar meu filhote ao Itamaraty. Ele teria adorado!
Concordo plenamente contigo sobre nossa língua, e ainda mais, checada pra mim é quando de solteiro ia na zona e dava uma "xecada", rsrs. Abraço.
Beijokita fofa
Marco, desculpe a ausência, mas estava com uma gripe daqueles de derrubar.Li, tão emocionada porque também sou admiradora do Ariano, de longa data e nunca tive o prazer de poder assistir uma de suas verdadeiras aulas magnas a não ser pela TV.Quanto ao exageros do americanismo, concordo com você. Chega a ser ridícula essa mania de escrever tudo em inglês, macaqueando o pobre vocabulários dos EUA. Quando aportuguesam as palavras fica ainda pior, como você demonstrou com o tal "checar".Achei maravilhosa a homenagem às mães (obrigada) e a forma carinhosa e amorosa como descreveu sua linda mãe. Que ela possa permanecer com você, puxando sua orelha por muito, muito tempo. Infinitamente.beijos
Marco,Também ri bastante com o relato acima, do Butano...rsPois é, eu detesto encontrar pela net tantas palavras americanas, e aquelas palavras escritas completamente errada, numa linguagem internês, ou "xei lá" o que...nossa, é terrível!Vc chegou a ouvir que estão querendo unificar a Língua Portuguesa? Além do Brasil todos os outros que falam a mesma língua, falariam e escreveriam de uma só forma...Interessante né?Um beijo pra vc querido...
Nossa, a minha mãe também fazia amizade muito fácil! Até na fila do banco, ela fazia amizade! Não precisa se desculpar não! Você não sabia! Muito legal o vídeo! Vc que gravou?Kisses
Oi, Marco. Eu me surpreendi ao receber sua visita no meu site. Cadastre-se nele, pois, assim, poderei ter acesso ao seu e-mail e poderei me comunicar melhor e enviar atualizações.Para seu aviso, eu me enrolo toda em postar recados na sua página! Aliás, eu me enrolo toda com qualquer coisa!Obrigada pela aula sobre GBO... Será muitíssimo útil, uma vez que estou reformulando tudo em minha página e fazendo comentário sobre um pps que lá fiz, onde existe a palavra GBO...Quando eu acabar esta tarefa enorme, lerei tudo seu. Aqui a gente aprende pacas!A partir de agora, nesta amizade virtual, estará sempre no meu desktop(leia-se coração).Um abraçoDa Leila
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25 comentários:
Marco, sobre o seu comentário (q não saiu no blog. Li no e-mail. O Haloscan está dando problemas) se a série é ficção ou não, posso garantir q é puramente ficção, criação da minha cabeça. Não vivi nada daquilo, exceto conviver com alemães na infância, ter estudado alemão (minha mãe é filha de alemão, veja meu segundo nome Jünger e perto da minha cidade existir um lugarejo dos colonos chamado Colônia Germânica. Só isso). Talvez a mãe do Peralta seja inspirada na minha, q tem aquelas qualidades. Me parece que estão (quase todos) pensando q aquilo aconteceu comigo. Ah quem dera! Eu teria milhões de vidas, se cada uma q crio no blog fosse minha... rs. Acho q a explicação se deve ao fato de eu procurar dar muita veracidade aos personagens e aos locais das ações. Qdo estou criando, entro no “cenário” e caminho lado a lado com cada um personagem. Um blogueiro português disse num comentário q escrevo com a alma. Quem sabe é isso? No mais, já q vc também ficou na dúvida, não deixe de ler os próximos capítulos. Tem muita ação, principalmente MASCARADO PACO-PACO (cap. 7 ou 8, vou decidir ainda pq não altera a cronologia) e muita ação em A DESTRUIÇÃO, cap. 11. Chega de blá-blá-blá... rs
No mais, desculpe ter levantado aquela bobagem do preconceito. Se eu tivesse parado pra pensar, iria chegar à mesma conclusão.. Como pode uma criança ter preconceito?
Obrigado pelo prestígio. Sabe que qdo vejo o seu nome no meu blog, Marco (com maiúscula mesmo) um ponto?
Abraços.
Muito bom meu amor, adorei!
Beijo,
Syl
Concordo com você sobre os novos conceitos de "globalização" e o gosto duvidoso dos jovens.Belezura de postagem amigopratodavida.
Sobre o seu um metro e 47 centímetros de mãe, achei fantástica sua homenagem,imagino sua meiguice e quanta história tem pra contar com ternura que nunca será antiga.
Parabéns para todas as mamães!!!
lindo dia
beijossssssssssss
Amigo Marco!
É sempre bom reencontrar as suas letras que me agradam tanto, em especial este último texto: ótimo! Compartilho da sua admiração pelo fabuloso e brasileiríssimo escritor Ariano Suassuna, de quem recordo estes versos:"Aqui morava um rei quando eu menino
Vestia ouro e castanho no gibão,
Pedra da Sorte sobre meu Destino,
Pulsava junto ao meu, seu coração.
Para mim, o seu cantar era Divino,
Quando ao som da viola e do bordão,
Cantava com voz rouca, o Desatino,
O Sangue, o riso e as mortes do Sertão."
Bonita a homenagem à sua mamãe, beijos especiais para ela! (a minha já está em outro plano há anos, mas sinto a sua presença ao meu lado, principalmente nas horas mais aflitas.)
Ótimo final de semana procê e um grande beijo desta amiga sumida!
Giulia
Marco,
Admiro Ariano e, pela tevê, já assisti palestras dele. É o anti-conferencista por excelência. Ninguém fica entediado com as palestras do paraibano/pernambucano. E como seu carregado sotaque nordestino tornam as suas palestras mais ainda divertidas. Além , é claro, de valiosas. Um grande abraço e um excelente fim de semana.
Admiro pra caramba o Ariano Suassuna... ano passado ele veio a Londrina proferir a mesma palestra durante o Festival Nordestino, mas eu marquei bobeira e fiquei sem convite...
Uma pena.
Só agora que você falou percebi que o verbo "checar" vem do inglês check. Sinceramente não fazia ideia. Não vejo um grande problema em usar algumas palavras estrangeiras, o pior é despresar a nossa cultura da forma descarada como vemos fazendo. Quanto mais leio os autores de fora do Brasil, mais gosto dos brasileiros (mesmo gostando dos de fora). Quanto mais ouço música de fora, mais apta fico a ouvir (e ouço) e a perceber a riqueza cultural daqui.
Adorei o post!!!
Um grande abraço
Marcela
... hahahahahahah butano ahahahahahahhahahaha botando ahahahahahahahahahahahahhaahha
Olá Marco!
Que inveja, eu gostaria muito de ir a uma palestra destas. Você tem toda razão, ele tem toda razão em criticar a forma como estamos tratando nossa língua que também é mãe. Legal você relacionar o patriotismo com este dia. Quanto a americanização, os próprios dicionários já estão incorporando-os. Eu gosto de alguns e não sei ficar sem eles, como blog, template, deletar, linkar. Concordo com você, mas não sei falar de outro jeito, já estou colonizada pelo visto.
Quanto à sua mãe, ela deve ser uma pessoa incrível. Ela é falante como eu. Mas você não está errado, acho que está certíssimo em se resguardar e só confiar seus segredos e assuntos íntimos às pessoas que ama verdadeiramente. Mas é o jeito dela e aposto que todos gostam dela, não é?
Um feliz dia das mães para ela e para as mães de sua família!
Ainda bem que não vou ficar com inveja: sábado fui assistir ao lançamento do maravilhoso "Senhor do Castelo", documentário de Marcos Vilar sobre meu conterrâneo Ariano Suassuna. Quem veio ver de perto? Ele, o próprio Ariano que nos deliciou com suas tiradas maravilhosas. :) Ótima semana, querido!
Oi, Marco: fiz um longo comentário falando do Ariano (que acho excelente tb) e de nossa aculturação, mas a página não foi exibida. Uma pena, porém detesto todas essas importações de nossa língua.
Um abraço...
Marco:
Acho o Ariano um gênio, e do bem. Quanto à cultura, em si, o que estamos vendo e vivendo é a pasteurização de tudo, para ficar igual aos Estados Unidos. Nada de diversidade, nada de coisas diferentes. E com isso, como assinalou, perdemos a nossa diversidade, a nossa riqueza cultural.
Precisamos, sem dúvida, de mais Arianos Suassunas no Brasil.
Vc não deixa de ter razão,MARCO. Mas a globalização só acentuou algo que já de muito vinha ocorrendo. É um fenômeno mundial ,como vc bem ressaltou. Se até em Portugal as coisas já estão assim,que dirá aqui,da ex-colônia.
Mas creio que logo haverá uma estabilizada.
Abração e uma semana linda a vc.
É verdade, precisamos criar um movimento de resistência à americanização desenfreada que está acontecendo no mundo todo.
Ótima homenagem ao dia das Mães.
Um grande abraço!
Meu caro: seu texto é bastante oportuno. Eu também tenho ,imjass admirações por Ariano e Antônio Nóbrega. Você ACREDITA QUE EM NATAL, INFELIZMENTE, a "americanização", em termos proporcionais, é pior do que no Rio? O maior xópim da cidade chama-se, ridicularmente, Midway Mall. Só o nomeio de "Me dei mal", ou "Midi vai mal". Alikás, de forma coerente, recusei-me a lançar o meu último livro, no início de 2006, exatamente numa grande livraria que fica em suas dependências. A não ser que no convite constasse como endereço: Livraria Tal, no Xópím Me Dei Mal. Não aceitaram a minha proposta, claro. Do mesmo modo, durante um ano, a partir de setembro do ano passado, e isso foi anunciado no Balaio, não estou freqüentando outra grande livraria da cidade, por ter lançado/homenageado um notório torturador da época da ditadura. Por isso entendo a posição de Ariano, embora, em termos artístico-literário-culturais, seja menos radical do que ele. Afinal, o cinema, a literatura, a música e os quadrinhos dos Estados Unidos, em seus melhores momentos, são ótimos. Um abraço.
Ternurinha, meu querido.
Aqui finalmente me defendo:
eu amo a Lingua Portuguesa e a cultura brasileira, porém, cresci tendo o Inglês como segunda língua. e é uma bela língua também. Certeira, concisa, mas bela: haja visto os sonetos de Shakespeare, ou mesmo as músicas dos The Beatles.
Se eu tivesse crescido aprendendo francês, talvez você não estranhasse tanto. Minha relação com o Inglês é essa: uma língua que compreendo! quem dera eu compreendesse (e falasse) todas as línguas do mundo, que pudesse absorver o todo de cada cultura!!!
ah, isso me faria um pouco mais feliz!!!
(e talvez mais cabeçuda...)
Um grande abraço da tua "fan"
Ternurinha, amanhã te mando mail e vc vai entender tudo!
beijão...
Querido!! Voltei com um novo blog!!! Depois dá uma passadinha lá! Beijos (Duda - Infinito Particular)
Marco, muito interessante este post. Concordo com muita coisa e principalmente com o exagero de americanização. Entretanto, vc sabe que o inglês é minha língua- mãe e eu tenho uma relação especial com ela. Por outro lado, acho o português uma língua bem mais rica que o inglês. Isto é fato não há o que discutir.Eu sou brasileira de coração e de origem (só não nasci aqui) e por isso valorizo muito nossos talentos, nossos diferenciais. Eu só acho que dá para viver em um ambiente multicultural (não só Brasil e EUA)tranquilamente, respeitando as diferenças culturais, e se alguém gosta de algum costume de um outro povo, por que não? Não acho que seja uma questão de um ser melhor que o outro e sim diferente, só isso.
Ah, belíssima homenagem à sua mãe!, Parabéns!
bjos
Meu amigo querido. A cidade vai ficando tão sitiada por palavras em inglês que a gente nem percebe mais. Quem mais me chama a atenção para isso é meu caçulinha, que se alfabetizou poucos anos atrás. Ele andava pela rua, todo orgulhoso, lendo tudo o que aparecia pelo caminho. E, volta e meia, deparava com um nome em inglês. O bichinho espumava de raiva. Contei para ele que existia um cara, muito esperto, chamado Ariano Suassuna, que reclamava da mesma coisa. Pena que não pude levar meu filhote ao Itamaraty. Ele teria adorado!
Concordo plenamente contigo sobre nossa língua, e ainda mais, checada pra mim é quando de solteiro ia na zona e dava uma "xecada", rsrs. Abraço.
Beijokita fofa
Marco, desculpe a ausência, mas estava com uma gripe daqueles de derrubar.
Li, tão emocionada porque também sou admiradora do Ariano, de longa data e nunca tive o prazer de poder assistir uma de suas verdadeiras aulas magnas a não ser pela TV.
Quanto ao exageros do americanismo, concordo com você. Chega a ser ridícula essa mania de escrever tudo em inglês, macaqueando o pobre vocabulários dos EUA. Quando aportuguesam as palavras fica ainda pior, como você demonstrou com o tal "checar".
Achei maravilhosa a homenagem às mães (obrigada) e a forma carinhosa e amorosa como descreveu sua linda mãe. Que ela possa permanecer com você, puxando sua orelha por muito, muito tempo. Infinitamente.
beijos
Marco,
Também ri bastante com o relato acima, do Butano...rs
Pois é, eu detesto encontrar pela net tantas palavras americanas, e aquelas palavras escritas completamente errada, numa linguagem internês, ou "xei lá" o que...nossa, é terrível!
Vc chegou a ouvir que estão querendo unificar a Língua Portuguesa? Além do Brasil todos os outros que falam a mesma língua, falariam e escreveriam de uma só forma...
Interessante né?
Um beijo pra vc querido...
Nossa, a minha mãe também fazia amizade muito fácil! Até na fila do banco, ela fazia amizade!
Não precisa se desculpar não! Você não sabia!
Muito legal o vídeo! Vc que gravou?
Kisses
Oi, Marco. Eu me surpreendi ao receber sua visita no meu site. Cadastre-se nele, pois, assim, poderei ter acesso ao seu e-mail e poderei me comunicar melhor e enviar atualizações.
Para seu aviso, eu me enrolo toda em postar recados na sua página! Aliás, eu me enrolo toda com qualquer coisa!
Obrigada pela aula sobre GBO... Será muitíssimo útil, uma vez que estou reformulando tudo em minha página e fazendo comentário sobre um pps que lá fiz, onde existe a palavra GBO...
Quando eu acabar esta tarefa enorme, lerei tudo seu. Aqui a gente aprende pacas!
A partir de agora, nesta amizade virtual, estará sempre no meu desktop(leia-se coração).
Um abraço
Da Leila
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