sábado, dezembro 02, 2006

Santo seriado, Batman!

Vídeo com 1min e 43seg.

Poderíamos, sem medo de incorrer em erro, localizar na década de 60 a Era de Ouro dos Seriados clássicos de TV. Muitas daquelas séries hoje fazem parte do imaginário até de gente que passou a assistir televisão nas décadas seguintes.
Uma das mais famosas fez 40 anos agora, em 2006.

O primeiro episódio desse seriado foi ao ar na rede ABC americana, em 12 de janeiro de 1966. E causou um absoluto espanto! Já parecia esquisito ver dois homens adultos mascarados, em collants, parecendo levar muito a sério aquilo. Mas nas cenas de lutas, os espectadores começaram a “ler” os sons dos socos e bordoadas. Exatamente como nos quadrinhos. Mas era TV, em um show de entretenimento. Um personagem dos gibis, que tinha sido criado como uma criatura sombria, aparecia enfrentando vilões impagáveis, num tipo de espetáculo nunca visto. Pelo menos não daquele modo...
O sinal do morcego brilhou no céu! Estava na hora de Batman e Robin entrarem em ação!
*

Eu sempre fui fã do herói Batman. Até hoje é o meu favorito. Criei o login “batmarco”, em 1997 e hoje sei que já fui copiado. Não consegui abrir um endereço Gmail com este login. Nem no Yahoo. Alguém deve ter visto meu endereço e clonou na maior cara de pau.
Quando eu assisti ao primeiro episódio do Batman que passou num sábado, à noite, na TV Globo, lembro que fiquei estatelado! Aquilo não era como no gibi. Era...engraçado! O episódio tinha como título “Descongelamento Instantâneo” (Instant Freeze, no original). Ver o Batman lutando com o Sr. Gelo, naquele festival de “sock!”, “pow!”, “ouch!”, “zap!”...Era fantástico! Virei fã. A partir dali, veria todos os episódios que pudesse. E acho que vi todos os 120 da série.
*

Com o seriado, eu e meus amigos de infância começamos a conviver e a usar expressões como “na mesma bat-hora, no mesmo bat-canal” com que o locutor terminava cada episódio. “Santa qualquer coisa!”, era o que dizíamos, imitando o Robin. Nas brincadeiras infantis, todos queriam ser o Batman. Só meu irmão pedia para ser o Robin. E lá íamos os dois, eu e meu irmão, com toalhas amarradas nas costas, descendo pelo cano que ficava num canto do nosso quintal (ah, sim, era a nossa bat-caverna...), ambos com máscara feita de retalho de tecido preto, lá iam os dois: Batmarco e RobinJoão! Defensores da justiça!
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Mas, falemos do seriado e seus protagonistas. Começando por...

Adam West – Ele fazia o Batman. Seu nome original era William West Anderson, nascido em Walla Walla, no estado de Washington, em 19 de setembro de 1929. Tem um irmão, John. Ele se formou em Literatura e Psicologia na sua cidade natal. Trabalhou em Rádio (foi disc-jóquei!) Antes de se tornar ator. Começou sua carreira nos sets de filmagens fazendo uma pontinha em “A Ilha do Terror”, em 1957. Algum tempo depois fez algumas participações em seriados de TV, como Maverick, 77 Sunset Strip e Os Detetives. Fez também alguns comerciais, em um deles, de um produto da Nestlé, ele fazia uma paródia de James Bond. E foi justamente a sua atuação neste comercial que despertou a atenção dos produtores de “Batman”. Eles queriam exatamente um ator que dissesse aquelas falas malucas como se tivesse declamando Shakespeare.

Adam era (é) extremamente vaidoso e egocêntrico. Achava que ele era o protagonista da série e que tudo deveria girar à sua órbita. Em sua autobiografia (Back to the Batcave, 1994), ele, com a maior cara de pau, distorceu alguns fatos para ficar bem na fita.
Com o fim da série, ele tentou outros trabalhos, mas descobriu que estava marcado pelo personagem. Ninguém queria contratar o “Batman” para um filme sério... Embora Albert Broccoli, produtor da série 007, o tenha chamado para substituir Sean Connery como o novo James Bond. Adam recusou, alegando que a Inglaterra em peso o crucificaria por ser um americano tentando interpretar um inglês. Broccoli, então, chamou o insosso do George Lanzeby (um australiano) que não conseguiu fazer mais que um filme da série.

Sua carreira foi de mal a pior depois de ser o Homem-Morcego. O máximo que conseguia eram pequenas participações em comédias, algumas até parodiando a si mesmo. Sem alternativas, passou a ganhar a vida fazendo aparições em programas de TV e em feiras de aficionados por antigas séries. E até mesmo em festinhas, voltando usar a mesma bat-capa, o mesmo bat-uniforme, só que agora com uma baita bat-barriga. Fez dublagens em desenhos do Batman e dublou a si mesmo em desenhos dos Simpsons.
*

Burt Ward era o Robin. Na verdade foi seu primeiro trabalho como ator. Seu nome original era Bert John Gervis Jr., nascido em 6 de julho de 1945. Quando menino, foi um astro patinador no gelo no show de seus pais, o Rhapsody On Ice. Curiosamente, era apresentado como “The Boy Wonder” (O Menino-Prodígio).
Burt foi assistente de produção em Teatro, disc-jóquei em Rádio e agente imobiliário. Tentou a carreira como ator, mas como não tinha experiência alguma, ninguém o contratava para nada.

Até que por volta de 1965, seu agente conseguiu um teste junto ao produtor William Dozier, nos estúdios da 20th Century Fox Television. Ele fez o teste usando uma roupa colante, parecida com a do Robin, sem sequer saber para que papel estava concorrendo. Dois meses depois, quando já nem mais lembrava daquilo, foi chamado para assinar contrato para a nova série.
Como era um novato, a produção abusava dele. Ele ganhava um salário abaixo do piso sindical da classe. Quando foi reclamar, Dozier o ameaçou de demissão e ele teve que engolir aquele bat-sapo. Por usar uma máscara que cobria muito pouco o seu rosto, o seu dublê quase nunca era acionado nas cenas de perigo. Com isso, ele levou muitos tombos e estabacos, chegando a baixar ao hospital várias vezes.

No elenco, seu principal problema se chamava Adam West e seu bat-ego monumental. Eles viviam disputando atenções, espaço de camarim, e até falas. Burt, em sua auto-biografia Boy Wonder: My Life in Tights (algo como: “Menino-Prodígio: Minha vida em malha de ginástica”), revela que Adam, sempre que podia, sabotava a sua atuação. Por exemplo: ele sempre dizia as suas falas leeentameeente para deixar pouco tempo para o Robin falar as suas e, no ritmo veloz que o seriado tinha, correr o risco de ser cortado na montagem. Acontece que Burt Ward era especialista em dizer muitas palavras velozmente, tinha até ganho prêmio nisso. E mesmo com o pouco tempo que tinha, conseguia dizer suas falas. Quando Adam percebeu, passou a interrompê-lo, atropelando seus diálogos (Santa sacanagem, Batman!).
Depois da série, Burt não conseguia emprego pelo mesmo motivo que Adam. Durante a série, ele até chegou a ser chamado para um papel que o projetaria, mas a produção de Batman não o liberou, e assim, o produtor Larry Truman chamou Dustin Hoffman para o filme “A Primeira Noite de Um Homem”.
Depois do fim da série, Burt só conseguiu pequena participações em alguns filmes classe Z e em seriados. Também dublou Robin em desenhos para a TV.
*

Há inúmeras curiosidades envolvendo a série Batman. Uma delas é absolutamente risível:
O personagem Robin tinha que usar aquelas meias de malha e o shortinho apertado. As meias davam alergia ao ator Burt Ward, daí, ele teve que depilar as pernas. Mas o pior não foi isso: a Liga da Decência (existia isso nos EUA, acredita?) foi ao set de gravação e vetou a aparição do Robin daquele jeito. É que com o short apertado, aparecia por baixo a marca do “vergalhão” proeminente do ator. Exigiram que “aquilo” fosse disfarçado, senão eles não liberariam o programa.
Céus, o que fazer? Que problema, heim Menino-Prodígio?Não percam a solução deste intrincado problema e as revelações sobre os vilões da série no próximo bat-post, na próxima bat-semana, no mesmo bat-blog.
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Na TV Antigas Ternuras, você vê o trailler anunciando a estréia de Batman.

36 comentários:

Lili disse...

Nossa, que surpresa saber que o seriado é mais novo do que eu rsrsrs!!! Por pouco, mas é. Nem posso dizer que não tinha ainda nascido... Eu adorava principalmente a "musiquinha". Pena que o Batman da vida real era um chato. Vamos aguardar as novas revelações.

Bat-beijos com o bat-desejo de que tenha um bat-domingo!

P.S.: Também não curto sequer um pouquinho heavy-metal. Mas ser mãe é sofrer no paraíso.

;)

Evandro C. Guimarães disse...

Aguardarei a conclusão da história no mesmo bat-blog, meu amigo. Fico meio chateado pela forma avacalhada do Batman nesta série. Sou fã do cavaleiro das trevas, sombrio, soturno e cheio de neuras e traumas que aparece nos quadrinhos. Não gosto muito desta versão gay(sem preconceito) do personagem. Mesmo assim ,vale pelas lembranças da infância.
P.S: Quanto ao convite de hoje a noite, estou dentro! Se ainda houver ingresso e não cair o dilúvio em Nova Iguaçu, com certeza estarei lá!
Para você me reconhecer depois: serei o baixinho rechonchudo e branquelo do lado de uma mulataça!
hehe!

Anônimo disse...

Marco, assisti muitos desses seriados quando pequena e hoje pode até parecer bobagem ver aqueles dois dando socos nos bandidos, mas na época era a maior diversão. Sempre quis ter uma bat-caverna, um lugar onde pudesse ser eu mesma e viver aventuras.

Beijos de luz.

PS.: Até mais. Estou na cadeira 16, na terceira fila em frente ao palco. Aguardo ansiosa para ver sua apresentação. Quanto a conversarmos após o espetáculo não sei se é permitido.
Não sei se a expressão é correta também para atores, como o é para dançarinos, mas desejo que "quebre a perna" hoje. Rsrs...

Dira disse...

marco, querido, ler o seu blog é aprender e apreender. que maravilha. tb sempre fui fanática pela dupla. queria que um dia vc falasse do Fantasma (será que já falou e eu n lembro?), o espírito que anda. Eu amo o Fantasma.

beijo de saudade e meu blog ta do mesmo jeito. zerado.

rubo medina disse...

Marco, é engraçado. Às vezes assisto ligeiramente algum pedacinho de filmes desse tipo no canal RTRO e veja quanta diferença existente nos dias de hoje. Será que todo esse avanço, essa tecnologia ainda vai deixar saudades também?
Abraços.

Claudinha disse...

Ei Marco! Sing, Pow, Crash! Eu me lembro bem. Adorava e todos os meus amigos queriam ser o Batman. E as meninas queriam ser a Batgirl. Mas eu não. Eu queria ser mesmo é a Cat Woman (puxa, será um desvio meu gostar dos vilões? Hihihihi)...
Você continua revolvendo a poeira de nossas mentes e fazendo renascer momentos mágicos de nossa infância. Por enquanto fica a vontade minha... Eu queria muito dirigir o batmóvel, morar na batcaverna e, como Mulher Gato, dar muito trabalho ao Batman.
Quanto ao seu nick, não ligue, você é único!
Um bat beijo!

Jéssica disse...

Muito bom... vinha lendo avidamente até q 'plof', kd o desfecho...rs... pôxa, diz logo como keli, o Robinzinho fez pra disfarçar seu 'pacote', pola...rs... a curiosidade chega a dar coceira...rs... enfim, o jeito é aguardar. Vc ne nd bobo, já garantiu audiência no próximo post, né?
Adorei!!!
Bat beijos nocê*.*

DO disse...

Grande MARCO

Sempre gostei muito da série e acho que devo ter visto todos os episódios.
Engraçado que eu achava o BURT uma graça,hehehe. E não sabia esta história do vergalhão,não,hehehe
Abraços e otimo domingo!

Saramar disse...

Marco, bom dia.
Eu também gostava demais da série. E ainda hoje morro de rir daquelas coisas escritas que apareciam e dos ruídos. Eram impagáveis.
Mas o Batman, hein? Que chato ele era!
Espero ansiosa as novas revelações.
Você sempre nos encanta com essas lembranças deliciosas.
beijos e bom final de semana.

Anônimo disse...

Marco, amei a peça e adorei te conhecer pessoalmente. Confesso que já advinhara quem eras tu.
Eu acabei engasgando de tanto rir e quase não consegui falar direito com você, mas valeu a pena ver a peça.
Obs.: que vinho era aquele que vcs bebiam o tempo todo (era vinho mesmo)?

Beijos iluminados e muito sucesso e até o próximo Nhoque em tempos de crise.

Ps.: já adicionei a comunidade ao meu orkut e andei fazendo uma propaganda dela aos meus amigos.

lúcio disse...

Santa sacanagem! Você já viu "A feira da fruta"? Gostou? Ou foi muito sacrilégio com sua AT? Abraço. Pode escrever à vontade, Marco. O convite foi reenviado.

Claire disse...

Qdo pequena, vi e revi "Batman". Nem percebia a sátira; depois de adulta descobri outros encantos na série - os toques psicodélicos (anos 60), as filmagens em ângulos inclinados, as onomatopéias... Mas, puxa! Não sabia q o Adam West era tão ordinário. Ainda bem q sempre gostei do Burt Ward...

Márcia(clarinha) disse...

Gostava muito de ver Batman e Robin, escutar a musiquinha e ver Alfred cuidadoso cuidar do seu patrão mascarado,rss
João Gabriel com dois aninhos feitos anteontem adora o homem morcego,ganhou bicicleta e anda pela casa ostentando bonequinhos de capa gritando Batman,Batman com sotaque e tudo,rsss
Linda semana amigopratodavida
beijossssssssssss

Evandro C. Guimarães disse...

Grande Marco, retorno para reforçar a mensagem que deixei nos comentários do Cinelândia. Gostei muito da peça em que atuas e a recomendo a todos. A peça é engraçadíssima e Simone e eu nos acabamos de tanto rir.
Sem querer ser puxa-saco, gostei muito da sua atuação no espetáculo.Como diriam os mais antigos, leva jeito para a coisa! hehe!
No mais, tenha uma excelente semana e deixo um grande abraço!

Vera Fróes disse...

Marco, assisti a série mas não era apaixonada. Gostava da musiquinha e dos trejeitos dos mocinhos. Hoje quando vejo dá vontade de rir de tão tosco. Mas o incrível é que não sou muito chegada nos filmes da dupla.
Minhas filhas quando pequenas adoravam a capa do batman, tuve que mandar fazer duas...rsss.
No aguardo das próximas informações...

Bjos.

Lili disse...

Meu querido vim aqui lhe convidar para um brinde lá em casa e aproveitei pra ler os comentários. Tenho que confessar: estou morrendo de inveja de quem assistiu sua peça. Também quero!

Beijos e ótima semana!

Ah, obrigada pelas palavras que deixou lá no Rubo!

Anônimo disse...

ah!

eu adorava ver esse seriado. e me divertia com os pafs pufs e socs....

bom reler tudo!

vou tentar rever.

te beijo

Boa semana

Taís Morais

Paulo Assumpção disse...

Está aí uma série que eu assistia muito em minha infância! Ao lado das aparições da Dupla Dinâmica no (já clássico) desenho Superamigos, esta era a minha idéia de Batman (naquela época ainda não lia os gibis do herói). Por conta disso, fiquei chocado com a visão dark de "O Cavaleiro das Trevas". Mas voltando ao seriado, me divertia a valer. E ficava chateado com o fato de que os heróis sempre caíam nas armadilhas preparadas pelos vilões especialmente convidados (um timaço de atores, não?). Por falar em convidados, de vez em quando apareciam alguns astros dos anos 60 naquelas cenas em que Batman e Robin escalavam prédios, lembra? Agora, fiquei surpreso com as informações que você trouxe sobre as oportunidades perdidas pelos protagonistas em Hollywood. É a maldição dos papéis marcantes! Em tempo, há uma produção recente que mostra o reencontro de West e Ward, com flashbacks que mostram os bastidores da série. Já assistiu? Abração!

Roby disse...

Pelas barbas de netuno Batmarco!!!
Mas que post interessante ..especialmente por eu ter finalmente descobrir como é o rosto do famoso Batman e de Robin.
Meu filho é fã de Batman..meu santo, já perdi as contas de quantos bonecos, carros, e fantasias de Batman que coprei pra ele..hehehhe
*
Markito, finalmente comprei as porcelanas...postei hoje!!!

Bjinssss e upaaaaaaS!

cilene disse...

o seriado e mais velho do que eu...e das antigas mesmo..mas era bom demais...Batamn e Robin era tudo de bom..

M.Eduarda disse...

hahaha! Essa série é muito engraçada... as roupas do batman e do robim são princeless!!
Ela não é da minha época né? Mas me lembro de ter visto um ou outro episódio, Aqueles" SOC, POW, POF!" eram demais hahaha

beijos

Vendetta disse...

Santa-boa-memória, Ternurinha!!!!
hahahah
Smack, fez o beijo que acabei de te mandar!

Sandrinha disse...

Aprendi a gostar do Batman por causa do meu irmão mais velho... como ele (meu irmão) sempre foi o meu héroi e meu idolo, aprendi a gostar super rápido. Beijo grande. Adoro vir aqui!

Daniela Mann disse...

Abraços cheios de saudades!

Karine disse...

Pô, batmarco, que bat-sacanagem deixar pro próximo post a bat-revelação de "onde foi parar o bat-negocinho do Robin"!!!
Mas estarei aqui, no mesmo bat-lugar... exceto na mesma bat-hora porque já sabe, né, ando ocupaaaaaaaaada e entrando na net só qdo dá mesmo!
Beijão, adorei o post...

DO disse...

Ta tudo bem por ai,grande MARCO?


Abraços!

Alê Barros disse...

Oi querido,

Eu adoro esse teu canto, porque a gente sempre sai levando algo que não sabia...eu sempre assisti Batman e Robin, mas não sabia desses lances de bastidores...Lembro que eu amava e ainda sou fã da Mulher Maravilha (vc podia falar dela aqui qualquer dia né???rs), e do Homem Aranha...
Um beijo e linda semana.

Anônimo disse...

Eu amo Batman, já fiz várias referências sobre a série lá no luz!! Ah! e faço parte da família morcego!! Dúvida?? Vai lá na coluna lateral do luz pra ver!
Você já leu o "Dicionário do Morcego" do Silvio Ribas?? É o tipo de livro que todo Batmaníaco deveria ter na estante!!
Toma um presentinho pra você:
http://photos1.blogger.com/blogger/224/799/1600/serie_zap_small%204.jpg

Quero conhecer o seu outro blogue. Pode pegar lá o que quiser!!

Boa semana! Beijus

Anônimo disse...

O link não saiu direito, vou separar, depois você coloca em linha contínua

http://photos1.blogger.com/blogger/224
/799/1600/serie_zap_small%204.jpg

Desiree disse...

nossa, fiquei surpresa com a história toda! aliás, como o Robin sofreu, hein? e ah, pensei que só o Super-Homem é quem tinha tido problema com a proeminencia... ahahahahahaha

Anônimo disse...

MARCO

Tomei a liberdade de tbm te agradecer hj por la pela sua ajuda ao Marcelo.
Mais uma vez,agradeço de coração.
Abraços!

DO

http://www.ramsessecxxi.blogger.com.br/

Marconi Leal disse...

Marco, você não sabe como eu era fã do seriado, rapaz! Assistia todos os dias, tinha os bonecos de borracha da dupla e fiz meu pai me comprar o batmóvel! Que boa lembrança!

Marco Santos disse...

Querida Bat-Lili: O seriado estreou nos EUA em 1966. Aqui no Brasil acho que foi um ou dois anos depois, não me lembro. O tema é muito marcante, sim. Veja na Parte 2 mais revelações. Já fui lá, parabenizá-la pelo aniversário de seu excelente blog. Que pena que a sua cidade não esteja no roteiro da nossa mega turnê mundial... Se algum produtor daí se interessar, estamos dentro!

Grande Bat-Evandro: Eu é que agradeço pela sua presença e de sua tão simpática esposa lá na minha peça. Nunca esquecerei esta gentileza.
Sobre a série Batman, eu não a considero como autêntica representante do Cavaleiro das Trevas. Sim, era uma avacalhação. Eu sou um ardoroso fã do Batman do gibi, sempre fui. Mas confesso que gostava desta série, e das inovações que ela trouxe (onomatopéias, enquadramentos inclinados, crossovers com o Besouro Verde, uso exacerbado da cor...). Posso tranqüilamente considerá-la como uma de minhas antigas ternuras.

Querida Bat-Claudia Bruxinha: Da mesma forma que falei para o Evandro, quero te agradecer do fundo do coração pela sua presença, assistindo à minha peça. Estaremos encerrando a nossa mega turnê mundial neste final de semana (sexta, em Madureira; sábado, em Teresópolis e domingo e São João de Meriti). Se é vinho o que bebemos? Não querida, é Tang de uva. No início, até era. Mas a produção é mão de porco, fica economizando...
Você conheceu o Orkut da peça? Foi o Dinho, o Flavio e o Richard que fizeram. Eu não tenho Orkut, nem sei mexer com isso.
Sobre a série, acho que toda criança sonhava em ter a sua bat-caverna. No meu tempo de guri eu tinha a minha, ficava um canto da minha antiga casa.

Bat-QueriDira: Que bom tê-la aqui. Gostei de saber que você também era uma batmaníaca.
Você quer um post sobre o Fantasma? Mas o seu pedido pra mim é uma ordem. Assim que eu tiver um tempinho, vou escrevê-lo, com certeza. (Já andei citando este gibi em algum post do passado...Mas especificamente, eu nunca escrevi. Vou fazê-lo, atendendo ao seu pedido).

Grande Bat-Rubo: O Batman ainda passa no canal da Fox. Quem tem TV a cabo pode assisti-lo na boa.

Minha doce Bat-Claudinha: Eu entendo a sua preferência pela Mulher-Gato. Ela é uma vilã muito interessante. Já era fetiche no tempo da Julie Newmar (vide a Parte 2 deste post) e continuou a sê-lo com a Michele Pfiffer. Fico feliz que você esteja apreciando a minha série de posts sobre o antigos seriados clássicos. Vem mais por aí.

Querida Bat-Jéssica: Tive dificuldades em conseguir ler o seu comentário. Não entendo esta língua grifada de Internet. Mas, pelo que entendi, você está gostando. E isso é ótimo!

Grande Bat-DO: Ré! Ré! Ré!...Gostou da história do Robin, né? Na Parte 2 tem outras revelações.
Sobre a ajuda ao Marcelo, não foi nada. Parabéns pela sua iniciativa. Espero que tudo dê certo pra ele.

Querida Bat-Saramar: Que bom que você aprecia estas minha antigas ternuras.

Grande Bat-Lúcio: Eu recebi uma vez este vídeo do Feira da Fruta. Confesso que não achei engaçado, não. Já recebi o convite pro Modos Artificiais e cliquei no link. Parece que agora está tudo certo. Assim que eu tiver um tempo, escrevo um post pra lá, como prometi.

Cara Bat-Claire: A série ainda passa na Fox. Ela foi, sim, recvolucionária em muitos aspectos, como uma peça da Pop Art tão comum naqueles psicodélicos anos 60. Adam West tem problemas de auto-estima. E pelo que soube, ele ficou meio pirado por não conseguir trabalho e ser levado a sério como ator. O Burt Ward é realmente mais centrado.

Bat-Marcíssima, amigapratodavida: Então, gostava da série, né? Um de seus netinhos também aprecia o Batman? Pois é. Se no meu tempo de guri tivesse a profusão de bat-bugigangas eu também teria tudo! Até as minhas festas de aniversário seriam com Batman...

Querida Bat-Vera: Sim, a gente vendo a série hoje chega a se encantar de tão inocente que era. Toda criança tem atração pelo heróis Batman... A Parte 2 já está aí, com mais informações...

Querida Bat-Taís: Bom saber que você também apreciava a série. Que legal.

Grande Bat-Paulo: Eu já sabia que você era um apreciador desta série. Já conversamos sobre isso. Claro, eu prefiro muito mais o gibi e o Cavaleiro das Trevas (e também A Piada Mortal) é uma obra-prima. Na Parte 2 eu falo das coisas que você citou. Sobre essa produção sobre Adam e Burt e os bastidores da série, neste post eu mostro a capa do DVD Back to the Batcave. É esse o que você fala. E tem ainda o The Misadventure of Adam e Burt, trashíssimo, com Adam e Burt retomando os uniformes depois que souberam que tinham roubado o bat-móvel de um museu. Não vi nenhum dos dois, mas estou seco pra vê-los.

Querida Bat-Roby: Gostou do post? O seu menino tem bom gosto... E vamos ver essas porcelanas!

Querida Bat-Cilene: Legal saber que você também curtia o seriado.

Querida Bat-Eduardinha: Não só os uniformes eram risíveis como a barriga do Adam West também.

Querida Bat-Vendetta: A gente faz o que pode, né?...

Querida Bat-Sandrinha: Imagino que o seu irmão seja muito orgulhoso de seu respeito e consideração. Parabéns pra ele.

Querida Bat-Daniela: Valeu!

Querida Bat-Karine: Mas não era assim que terminavam os episódios? Com os dois ou um deles em perigo? Eu só segui a linha!
(Pô, agora você chamar o bilau do Robin de “negocinho”...Rá! Rá! Rá!...)

Querida Bat-Alê: Eu fico todo prosa com os seus elogios pro meu Antigas Ternuras. Que bom. Claro que eu vou escrever sobre a Mulher-Maravilha! Aguarde!

Querida Bat-Luma: Infelizmente, eu ainda não li as coisas que voc~e escreve sobre a série no Luz de Luma. Não, também não li o “Dicionário do Morcego”. Snif! Preciso preencher esta lacuna. Eu sei que você é da Família Morcego. Eu também sou. Foi lá que nos conhecemos, lembra?
Gostei do seu presente. Na Parte 2, eu postei mais onomatopéias.
Eu não tenho outro blog. Os meus amigos Ronie e Lúcio me convidaram para escrever de vez em quando no Modos Artificiais.

Querida Bat-Desirée: Que surpresa vê-la aqui! Fiquei contente. Pois é. Veja na Parte 2 a continuação do sofrimento do Robin.

Grande Bat-Marconi: Um cara inteligente como você só pode ser bat-maníaco! No meu tempo, não tinha coisas do Batman pra vender. Pelo menos, não que eu soubesse. Mas bom saber que você apreciou o post.

Valeu, moçada! Bat-abraços e beijinhos e carinhos e ternuras sem ter fim!

Luci Lacey disse...

Que maravilha, reviver estes momentos, adorova assistir o Batman.

Valeu mesmo, muito bom.

Abracos

Riblog disse...

Valeu, bat-moçada. Também recomendo o livro do carioca Jorge Ventura. O Sock Pow Crash!

Anônimo disse...

Gostaria de indica o meu dicionariodomorcego.blogspot.com. Abraço.